Lisboa está cada vez mais bonita. Acho que todos nós concordamos com isso, não concordamos?
Lojas lindas em cada esquina, cafés cheios de charme, restaurantes de entrepeneurs internacionais que escolhem esta cidade do mundo para se estabelecerem e esplanadas que recebem o Sol com toda a imponência que merece. Ah! e com uma população jovem e internacional.
Mas hoje quero somente falar da freguesia onde vivo - Estrela.
Esta área, que para muitos é considerada "fora de mão", é para mim uma das zonas mais bonitas da cidade e onde espaços encantadores se juntam: Jardim da Estrela, o pequeno Jardim 9 de Abril (com uma vista para o Tejo maravilhosa), Basílica da Estrela, Museu Nacional de Arte Antiga (com um jardim a visitar), Museu do Oriente, restaurantes maravilhosos como a Travessa e, não esquecendo os Charm Hotels como o Palácio da Ramalhete, York House e As Janelas Verdes, que encantam quem por cá passa.
Não tenho fotos, quero dizer, até tenho (muitas) fotos, mas melhor do que publicá-las aqui é mesmo convidar-vos a passar um dia pela Estrela e sentirem que esta é realmente uma pontinha cheia de luz na cidade de Lisboa.
Se precisarem de companhia, terei todo o gosto.
Lisbon is beautiful than ever. I think we all agree, don't we?
Cute shops in every corner, graceful cafes, restaurants owned by international entrepreneurs who have chosen this world's capital to establish their knowledge, terraces to embrace the Sun with all the majesty it deserves. Oh! and with a young and international population.
But today I want to talk about the neighbourhood I live in - Estrela (Star).
For many, this area is considered "out of hand", though for me is one of the most beautiful in Lisbon and where lovely spaces are. Estrela Gardens, little 9 de Abril Garden (with an astonish view to Tagus river), Estrela Basilica , National Museum of Ancient Art (with a garden not to be missed out), Oriente Museum, delicious restaurants like the Travessa and, not to be forgotten, Charm Hotels such as the Palácio do Ramalhete, York House, and Janelas Verdes, which enchant those who pass by.
I don't have photos, actually, I do have photos, though better than publish them here, I rather invite you to spend a day at Estrela and feel this is actually a little corner full of light in Lisbon. If you do need company, it'll be my pleasure to walk you around.
um blog sobre interiores produto mobiliário lifestyle e viagens || a blog about interiors product furniture lifestyle and travelling
Saturday, July 19, 2014
Thursday, July 17, 2014
A Casa e a Comida | Home and Food.
As casas somos nós, de corpo e alma. A mobília é a nossa roupa e calçado. As louças e talheres são as malas e carteiras. E indo mais ao pormenor, as toalhas e guardanapos são as pulseiras e colares que escolhemos para dar mais energia.
A comida que pomos na mesa são os abraços que damos a quem nos acompanha. A bebida que despejamos nos copos, são os beijinhos de alegria que damos a quem aparece.
E ontem tive um dos jantares mais elegantes e calorosos na companhia da Joana, Ana Maria e Miguel - a querida e pequenina Mia recebeu-nos de sorriso contagiante e olhos brilhantes (de alegria e sono) mas pouco tempo depois foi nanar.
We are the houses, body and soul. The furniture is our clothing and footwear. Homewares are the bags and wallets. And going into more detail, towels and napkins are the bracelets and necklaces we chose to give more energy.
The food we put on the table is the hugs we give to those who join us. The drink we pour on the glasses, are the kisses of joy we give to those who show up.
And yesterday I had one of the most elegant and warm gatherings with Joana, Ana Maria and Miguel - sweet little Mia received us with an infectious smile and bright eyes (with joy and sleepy) but shortly after went to dreamland.
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| Casa da Praia no Guincho da Mia, Ana Maria, Miguel. Mia, Ana Maria and Miguel Beach House @Guincho. |
Soon, I will share this house full of details and wisdom, but for today it is only this single moment before we all gather around the table to taste all of Ana Maria's delicacies, inspired by one of her favorites, Ottolenghi.
Wednesday, July 9, 2014
SEA CHAIR | Um Banco Vindo Do Mar.
Ontem andava à procura de videos para o meu blog Peixe É Fish quando encontrei Sea Chair de Studio Swine. Desde então tenho reflectido sobre o mesmo e não deixo de achar que este é um dos melhores exemplos que explica em pouco mais de 3 minutos a essência do (bom) design.
Design é a solução encontrada para um problema. Tão simples quanto isto. Há excedentes deste material provavelmente mais do que desejamos, mas se sozinhos não conseguimos resolver o problema, devemos portanto encontrar uma forma para o transformar em algo útil. Que melhor do que a "ciência" do design para chegar lá?
O video é sobre a recolha de plástico no Oceano Pacífico, transformá-lo em banco num barco de pesca. Também pode ser o alerta que apela à nossa consciência quando deitamos fora este tipo de material ou até o uso abusivo do mesmo.
Vejam o video: a narrativa que carrega é forte e a inspiração mais que muita.
Sea Chair from Studio Swine on Vimeo.
Short film about collecting plastic to make a chair on a fishing boat at sea.
www.studioswine.com
Since the discovery of the Pacific Garbage Patch in 1997, which is predicted to measure twice the size of Texas, five more have been found across the world’s oceans with the Atlantic gyre predicted to be even larger. This plastic takes thousands of years to degrade, remaining in the environment to be broken up into ever smaller fragments by ocean currents.
The gyre stretches from the coastlines of California to the shores of Japan. Recent studies have estimated 46,000 pieces of plastic per square kilometer of the world’s oceans. The number of plastic pieces in the Pacific Ocean has tripled in the last ten years and the size of the accumulation is set to double in the next ten.
Sea Chair is made entirely from plastic recovered from our oceans. Together with local fishermen, Studio Swine collects and processes the marine plastic into a stool at sea.
Credits
Concept & Design : Alexander Groves & Azusa Murakami
Film : Juriaan Booij
Music : Elisa Luu / 22 Marz
Links
juriaanbooij.com
studioswine.com
Design é a solução encontrada para um problema. Tão simples quanto isto. Há excedentes deste material provavelmente mais do que desejamos, mas se sozinhos não conseguimos resolver o problema, devemos portanto encontrar uma forma para o transformar em algo útil. Que melhor do que a "ciência" do design para chegar lá?
O video é sobre a recolha de plástico no Oceano Pacífico, transformá-lo em banco num barco de pesca. Também pode ser o alerta que apela à nossa consciência quando deitamos fora este tipo de material ou até o uso abusivo do mesmo.
Vejam o video: a narrativa que carrega é forte e a inspiração mais que muita.
Sea Chair from Studio Swine on Vimeo.
Short film about collecting plastic to make a chair on a fishing boat at sea.
www.studioswine.com
Since the discovery of the Pacific Garbage Patch in 1997, which is predicted to measure twice the size of Texas, five more have been found across the world’s oceans with the Atlantic gyre predicted to be even larger. This plastic takes thousands of years to degrade, remaining in the environment to be broken up into ever smaller fragments by ocean currents.
The gyre stretches from the coastlines of California to the shores of Japan. Recent studies have estimated 46,000 pieces of plastic per square kilometer of the world’s oceans. The number of plastic pieces in the Pacific Ocean has tripled in the last ten years and the size of the accumulation is set to double in the next ten.
Sea Chair is made entirely from plastic recovered from our oceans. Together with local fishermen, Studio Swine collects and processes the marine plastic into a stool at sea.
Credits
Concept & Design : Alexander Groves & Azusa Murakami
Film : Juriaan Booij
Music : Elisa Luu / 22 Marz
Links
juriaanbooij.com
studioswine.com
Tuesday, July 8, 2014
A Casa da Inês | Um Galeria de Corpo e Alma.
Podia escrever uma dissertação sobre a Inês e a sua casa, mas infelizmente temos de ficar pelo resumo (alongado).
No momento que fotografava aquele apartamento na Graça de Lisboa encontrei o adjectivo perfeito: FOFINHA (a casa e a Inês). Se o espaço tivesse bochechas, seriam daquelas rosadinhas e rochunchudas que só apetece apertar, acreditem!
Mas uma casa fofinha é uma casa cheia de personalidade, e esta acreditem que tem muita. Peças de mobiliário dos grandes nomes do design, seja contemporâneo ou moderno. Peças essa que, passo a transcrever "só compro o que mexe comigo e o que tem realmente alma. Posso levar anos até encontrar o candeeiro para a minha casa, ou outros tantos para reunir o valor necessário, mas só isso me faz comprar objectos para a vida".
Quando se entra na casa da Inês, licenciada em Design Industrail pelo IADE, percebe-se no imediato que é uma miúda que já viajou muito e bebeu de todas as culturas por onde passou - muitas cidades na Europa, outras tantas na Ásia, norte de África, e claro, a inspiradora cidade de Nova Iorque. Ainda trabalhou dois anos em Munique, com os grandes mestres da ClassiCon em desenvolvimento de produto. Agora é uma Entrepreneur no mobiliário com o cunho português (em breve partilho sobre este projecto de muito orgulho). Tudo isto com 30 anos de idade!
Só uma aparte: ainda têm duvidas que Portugal está cheio de gente gira, inspiradora e inovadora?
Não resisti em perguntar-lhe porque é que escolheu Lisboa para se estabelecer, depois de tantas experiências internacionais. A resposta fluiu e os olhos brilharam de convicção: "porque a minha estrelinha da sorte reuniu as variáveis todas para viver na cidade mais bonita onde já estive com a vantagem de ter a minha família e amigos todos reunidos. É a terra das minhas pessoas".
Com muito mais para contar, deixo alguns pormenores desta galeria "curada" por uma expert do design com muito corpo e alma. Bebam dela, inspirem-se na sua história e celebrem a força que existe em quem fica por cá a provar que afinal em Portugal há muita qualidade e sabedoria.
Porque esta casa tem pormenores lindos, irei postar durante a semana mais fotografias na página I Design Therefore I Am. Stay tuned!
No momento que fotografava aquele apartamento na Graça de Lisboa encontrei o adjectivo perfeito: FOFINHA (a casa e a Inês). Se o espaço tivesse bochechas, seriam daquelas rosadinhas e rochunchudas que só apetece apertar, acreditem!
Mas uma casa fofinha é uma casa cheia de personalidade, e esta acreditem que tem muita. Peças de mobiliário dos grandes nomes do design, seja contemporâneo ou moderno. Peças essa que, passo a transcrever "só compro o que mexe comigo e o que tem realmente alma. Posso levar anos até encontrar o candeeiro para a minha casa, ou outros tantos para reunir o valor necessário, mas só isso me faz comprar objectos para a vida".
Quando se entra na casa da Inês, licenciada em Design Industrail pelo IADE, percebe-se no imediato que é uma miúda que já viajou muito e bebeu de todas as culturas por onde passou - muitas cidades na Europa, outras tantas na Ásia, norte de África, e claro, a inspiradora cidade de Nova Iorque. Ainda trabalhou dois anos em Munique, com os grandes mestres da ClassiCon em desenvolvimento de produto. Agora é uma Entrepreneur no mobiliário com o cunho português (em breve partilho sobre este projecto de muito orgulho). Tudo isto com 30 anos de idade!
Só uma aparte: ainda têm duvidas que Portugal está cheio de gente gira, inspiradora e inovadora?
Não resisti em perguntar-lhe porque é que escolheu Lisboa para se estabelecer, depois de tantas experiências internacionais. A resposta fluiu e os olhos brilharam de convicção: "porque a minha estrelinha da sorte reuniu as variáveis todas para viver na cidade mais bonita onde já estive com a vantagem de ter a minha família e amigos todos reunidos. É a terra das minhas pessoas".
Com muito mais para contar, deixo alguns pormenores desta galeria "curada" por uma expert do design com muito corpo e alma. Bebam dela, inspirem-se na sua história e celebrem a força que existe em quem fica por cá a provar que afinal em Portugal há muita qualidade e sabedoria.
| O chão da cozinha bem recuperado. |
| Sempre gostei das cozinhas com o traço original, neste caso não é só o chão mas a grande chaminé. |
| A sala (e a Inês) com um print original de Milton Glaser com Bod Dylan e o candeeiro de tecto da Normann Copenhagen. |
| Mesa de Apoio de Eileen Gray. |
| Cabide Vitra de Charles Eames num hall azul claro, mas intenso como a energia que aqui se sente e se vive. |
| O pormenor que mais gosta no apartamento é o tecto cor-de-rosa do quarto. |
| A cor é a maior referência da Entrepreneur, que sem dúvida a escolhe com toda a mestria. |
| Pormenores trazidos da China. |
| Diz a Inês que o que falta nesta casa é só uma coisa: uma varanda maior. |
| Candeeiro Tube Light também de Eileen Gray da ClassiCon e mesa de apoio Diana C de Konstantine Grcic. |
Porque esta casa tem pormenores lindos, irei postar durante a semana mais fotografias na página I Design Therefore I Am. Stay tuned!
Tuesday, July 1, 2014
Flores | Notas de Inspiração.
A Primavera acabou, o Verão chegou mas estão ambos difíceis de vincar. Mas há uma forma (e formula) de conseguir trazer para dentro de casa o cheiro fresco que estas estações partilham connosco - flores. E para compor o ramalhete, haverá melhor do que convidar aqueles que nos fazem bem? Aqueles que partilham connosco? Aqueles que nos convidam também a partilhar?
Deixo aqui uma nota inspiradora para sair à rua, apanhar flores e troncos de árvores para decorar a mesa para o jantar deste fim de semana.
Kinfolk Saturdays: Hosting a Flower Potluck from Kinfolk (kinfolk.com) on Vimeo.
Deixo aqui uma nota inspiradora para sair à rua, apanhar flores e troncos de árvores para decorar a mesa para o jantar deste fim de semana.
Kinfolk Saturdays: Hosting a Flower Potluck from Kinfolk (kinfolk.com) on Vimeo.
Monday, June 30, 2014
Pormenores Cheios de Graça | WallStickers da Ferm Living.
As minhas referências no design vêm muito dos países nórdicos e do Japão. Gosto de espaços calmos, que me deixem respirar e pensar, onde os objectos que fazem parte de mim sejam bem recebidos e que me tragam referências da Natureza, mesmo que seja um mero banco de pinho natural de formas orgânicas que convide a sentar.
Se tiver de seleccionar uma palavra que defina estas duas referências diria que dos países nórdicos tiro a essência do pormenor, do Japão diria a essência do suficiente (AKA Less Is More).
Bebo destas fontes com muita frequência, e claro, hoje a passar os olhos pelo Pinterest vejo mais um daqueles produtos que dá vontade ter em casa ou mesmo aconselhar a quem precisa dar uns toques lá em casa sem grandes gastos, mas com muita graça.
Há uns anos usei exactamente esta técnica numa decoração de Natal. Foi sem duvida um dos projectos mais gratificantes na minha vida enquanto designer exactamente porque quando os clientes entraram em casa ficaram com um sorriso tão grande que pareciam duas crianças acabadinhas de entrar na DisneyWorld. Clica aqui para ver.
Para quem o papel de parede possa ser uma solução mais difícil de executar, há os wallstickers (autocolantes) para espalhar pela casa e quem melhor que a FERM LIVING para vos trazer estas preciosidades?
Se tiver de seleccionar uma palavra que defina estas duas referências diria que dos países nórdicos tiro a essência do pormenor, do Japão diria a essência do suficiente (AKA Less Is More).
Bebo destas fontes com muita frequência, e claro, hoje a passar os olhos pelo Pinterest vejo mais um daqueles produtos que dá vontade ter em casa ou mesmo aconselhar a quem precisa dar uns toques lá em casa sem grandes gastos, mas com muita graça.
Há uns anos usei exactamente esta técnica numa decoração de Natal. Foi sem duvida um dos projectos mais gratificantes na minha vida enquanto designer exactamente porque quando os clientes entraram em casa ficaram com um sorriso tão grande que pareciam duas crianças acabadinhas de entrar na DisneyWorld. Clica aqui para ver.
Para quem o papel de parede possa ser uma solução mais difícil de executar, há os wallstickers (autocolantes) para espalhar pela casa e quem melhor que a FERM LIVING para vos trazer estas preciosidades?
Tuesday, June 24, 2014
Harris Tweed - Hand Made In Britain.
O famoso Tweed está para um Britânico como a Calçada Portuguesa está para nós, ou talvez antes os tapetes de Arraiolos, ou mesmo as tolhas de Renda. Faz parte da cultura deles, é uma herança muito bem preservada, com raízes muito estáveis e definidas. Tweed é a Grã-Bretanha, e eu adoro ambos.
Este mês tive o privilégio de conhecer esta marca pessoalmente: Tetrad. Mas é a linha HARRIS TWEED que me deixou cheia de ideias e lembranças. Sofás de costas baixas, tecidos "que picam", formas ligeiras e arredondadas e os famosos botões meramente decorativos - um clássico que toda a casa britânica tem.
E como um clássico fica sempre bem, mesmo no meio de peças vanguardista, deixo aqui os modelos que mais gosto, e que adoraria ter pelo menos um.
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| Foto tirada na feira de Mid-Point, em Birmingham. |
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| BOWMORE - Estilo Edwardian de linhas curvas e simples. |
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| BRAEMAR - O clássico dos clássicos. |
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| CASTLEBAY - O inglês Chesterfield. |
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| DUNMORE - O cadeirão de orelhas que fica bem ao lado de qualquer sofá da Tweed Harris. |
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| MACKENZIE - Mais um cadeirão de orelhas, perfeito para o meu quarto. |
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Sunday, June 22, 2014
Viver (Des)Organizada.
Por norma sou uma pessoa (altamente) organizada - tudo alinhado, por categoria - nome, cor ou assunto - e de preferência sem pó (sim, porque sem pêlos é pedir o impossível com dois gatos em constante mOVimEnTo cá em casa).
O ser organizada não é nada mais nada menos que o resultado de não gostar de perder tempo à procura de algo que num momento exacto preciso. A organização é a maximização de tempo, que para mim nunca é suficiente. Quem me dera ter 24 horas por dia mais a noite. Era bom, não era?
Claro, também tenho os meus momentos - pilhas de revistas e livros (às vezes até no chão); cadernos e canetas espalhadas p'la casa; telefone escondido algures que só é encontrado quando alguém me telefona ou eu própria. Compras para arrumar, roupa para engavetar e loiça para lavar- verdade!
Mas a casa é isto mesmo: vivê-la sem austeridade nem intolerância. É fazer o que nos apetece, mais tarde logo se organiza e limpa. Não devemos entrar no desleixe, mas temos de nos permitir viver a casa, viver a companhia, viver aquilo que duma forma ou de outra fomos adquirindo ao longo dos tempos. Aproveitar, usufruir, usar. Caso contrário os objectos e o espaço não passam disso mesmo: objectos e espaço.
#BomDomingo
![]() |
| Mais logo arrumo, talvez amanhã. Mas arrumo. |
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viver os objectos
Saturday, June 21, 2014
Diz-me Como Decoras, Dir-te-ei Quem És.
Já disse várias vezes por aqui que a casa é o nosso reflexo, assim como os jeans que só usamos ao fim de semana ou a clutch que escolhemos meticulosamente para sair sexta-feira à noite para dar um pézinho de dança.
São os pormenores que constroem a nossa imagem e é isso que ando à procura - pomenores da tua casa, pormenores que compõem a tua energia e a tua imagem, a tua identidade.
#BomFimDeSemana
Wednesday, June 4, 2014
Origin Is The New Black.
Durante décadas vivemos na ostentação desmedida. Tudo se comprou, mas pouco se intensificou. Tudo era passageiro, nada para sempre. Usamos e abusamos dos recursos e quando assim é nada (ou pouco) vira timeless.
Creio que esta vaga atingiu todos nós e em muitas áreas das nossas vidas. A parte boa deste "movimento" é que acabou. Somos mais exigentes com o que adquirimos, somos melhores compradores e indirectamente influenciámos o inicio dum novo movimento: voltar às origens. Precisamos de referências que foram perdidas nestas ultimas décadas.
E como uma boa marca é aquela que entende os seus clientes e as novas tendências, deixo aqui um dos vídeos mais bonitos sobre o come back da Heals, uma loja no centro de Londres com mais de 200 anos e provavelmente a melhor do mundo.
Heal's prides itself on its history of discovering and nurturing creative talent. Back in the 1950s, the company was responsible for championing fabric designs by emerging designers of the time including Lucienne Day, Zandra Rhodes and Barbara Brown. Now for the first time since the 1970s, Heal's has produced an exclusive own-brand fabric collection. Working with both established and up-and-coming designers - each of whom has created an exclusive pattern for Heal's -- the collection celebrates both colour and individuality, drawing inspiration from fabric archives, decorative arts, nature and even jewellery.
Creio que esta vaga atingiu todos nós e em muitas áreas das nossas vidas. A parte boa deste "movimento" é que acabou. Somos mais exigentes com o que adquirimos, somos melhores compradores e indirectamente influenciámos o inicio dum novo movimento: voltar às origens. Precisamos de referências que foram perdidas nestas ultimas décadas.
E como uma boa marca é aquela que entende os seus clientes e as novas tendências, deixo aqui um dos vídeos mais bonitos sobre o come back da Heals, uma loja no centro de Londres com mais de 200 anos e provavelmente a melhor do mundo.
Heal's prides itself on its history of discovering and nurturing creative talent. Back in the 1950s, the company was responsible for championing fabric designs by emerging designers of the time including Lucienne Day, Zandra Rhodes and Barbara Brown. Now for the first time since the 1970s, Heal's has produced an exclusive own-brand fabric collection. Working with both established and up-and-coming designers - each of whom has created an exclusive pattern for Heal's -- the collection celebrates both colour and individuality, drawing inspiration from fabric archives, decorative arts, nature and even jewellery.
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